domingo, 22 de novembro de 2009

Sob o Mesmo Céu Azul


No jardim
O vento muda as folhas de lugar
Agora o meu caminho eu posso alterar
Se voce vem comigo

Num pequeno instante
Posso ser feliz
Lembrar os sentimentos que eu já esqueci
E imitando as folhas eu vou flutuar
Trazendo o som desse vento
Que vem me acompanhar

Com esse sorriso estamos juntos
É um novo sentimento que assim aflora
A manhã começa
É a nossa hora
Vivendo esse momento
E caminhando sob o mesmo céu azul
O amor é o que nos une agora



sexta-feira, 20 de novembro de 2009

TE AMAR A DISTÂNCIA...


Amar-te a distância
Tem tornado meus dias solitários quando busco-te ao meu lado e o seu carinho não tenho para a minha alma aquecer
Amar-te a distancia, também tem feito os meus sentimentos por mais simples que sejam a cada momento compreender e os sentimentos de todas as pessoas saber valorizar sem os fazê-los sofrer.
Amar-te a distância
Para muitos é um sentimento platônico, sem futuro ou coisa de quem não tem os pés no chão e vive em momentos de desespero e que por todos foi rejeitado, por não ter capacidade de conviver com a realidade e passou a viver no mundo dos sonhos, como mais um aventureiro.
Te amar a distância, me faz entender muitas coisas , compreender as suas passagens e ter sempre perseverança para contornar os obstáculos que o destino ao meu caminho impor.
Pois, te amar a distância, enche a minha vida de paz e o coração de esperança, dando-me a certeza de que quando unidos estivermos o mundo se tornará pequeno, pois o nosso amor se tornará contagiante e infinito, repleto de pureza, beleza e brilho tão incandescente como o brilho das estrelas, a suavidade plena da lua e a luminosidade do sol, ocupando todos os espaços do universo.....
Amar-te a distância é ter a certeza de que presentes um dia estaremos para desse amor sublime e eterno poder compartilhar sem possibilidade de despedida .Pois o amor que por ti eu sinto é um amor inocente , verdadeiro e transparente pois é amor além da vida .
Nunca esqueça o quanto eu te amei, te amo e amarei você.

(Edysefer Ferreira)

Paciência


Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados. .
Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia.
Por muito pouco a madame que parece uma 'lady' solta palavrões e berros que lembram as antigas 'trabalhadoras do cais'..
E o bem comportado executivo? O 'cavalheiro' se transforma numa 'besta selvagem' no trânsito que ele mesmo ajuda a tumultuar...
Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma 'mala sem alça'. Aquela velha amiga uma 'alça sem mala', o emprego uma tortura, a escola uma chatice.
O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou novela.
Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet estava demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos e balancei a cabeça, inconformado...
Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais.
Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para Deus.
A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta.
Pergunte para alguém, que você saiba que é 'ansioso demais' onde ele quer chegar?
Qual é a finalidade de sua vida?
Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.
E você?
Onde você quer chegar?
Está correndo tanto para quê?
Por quem?
Seu coração vai agüentar?
Se você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar?
A empresa que você trabalha vai acabar?
As pessoas que você ama vão parar?
Será que você conseguiu ler até aqui?
Respire... Acalme-se...
O mundo está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência...
NÃO SOMOS SERES HUMANOS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA ESPIRITUAL...
SOMOS SERES ESPIRITUAIS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA HUMANA...

O Destino decide quem Você encontra na vida... Suas atitudes decidem quem fica...
TENHA UM ÓTIMO DIA E COM BASTANTE PACIÊNCIA... A VIDA ESPERA.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Mais de mim...Sorrindo sempre!



















Na decepção que sempre tenho comigo mesmo, vou crescendo a cada momento de minha vida...
Descobrindo que amar é um dom...e magoar esse amor também faz parte...mas construir tudo de novo vale mais apena pois quando renovamos nossos sentimentos a mágoa torna-se um grão de areia na frente do universo que é o perdão!
Uma amizade tem seus altos e baixos, e precisamos saber lhe dar com essas situações por mais infantis que somos as vezes. Reencontrar nosso próprio passado, dar valor as coisas que esquecemos e estão presentes em nossas vidas nos fazem perceber o quanto somos frágeis e fortes ao mesmo tempo, porque tudo o que somos é o resultado do que já fomos e a imagem do que podemos ser um dia...
Vivo procurando o meu próprio eu, mas ele foge de mim é uma brincadeira que me anima pois no meio desse pega-pega eu descubro coisas que nunca imaginei na vida...Como ter amor próprio, e viver na intensidade que é minha vida sem se importar com ritmo com que ela vai!Viver é o meu lema é minha lei! Descobrindo quem eu sou! espero que demore muito pois eu quero me renovar a cada tentativa, que cair e levantar será meu objetivo, pois quem não cai não sabe como é gratificante levantar-se e torna-se mais forte a cada segundo!
Ser eu é muito complexo, não quero ter conclusões sobre mim mesmo, mas gosto de me observar sem se importar com o que vou achar, é bem interessante!Como se eu ficasse assistindo na tv a minha própria vida , sentado no sofá com uma vasilha cheia de pipoca, tomando coca-cola vendo o trailer de minha vida passar na "tela quente" pra mais tarde ver o grande filme que nunca sei quando vai acabar mais que se torna o meu filme predileto pois eu sou o protagonista e nem mesmo sei como vai acabar! isso faz de mim um telespectador maluco!
Sempre digo que sou preso por coisas, família, estudos, por mim mesmo...Mas sou mesmo ! kkk isso é fato, quem sabe um dia isso mude...sim vai mudar minha força de vontade é maior que qualquer coisa que possa me prender nesse mundo, até escrevi um livro! Bom ele está sendo reescrito pois perdi boa parte da história quando formatei meu notbook...isso sim me deixou triste e irritado! Mas tudo bem talvez eu faça melhor do que estava ahuahau. Não sei se venderia um livro mas só dele existir faz de mim realizado pois eu contei uma historia que saiu do fruto de minhas insanidades profundas e brilhantes!Não são tão brilhantes assim mas são interessantes, quem me conhece sabe que não me conhece, pois eu nem eu mesmo me conheço kkkk bom isso é mais um das minhas conclusões sem conclusões (~~) Não cheguei a lugar nenhum mais uma vez kkkk mas vou continuar andando, porque se eu parar perco o animo! Nessa vida encontrei muitos amigos, e nenhum inimigo ainda bem! Longe de mim ter inimigos, se tiver deve viver triste porque nem a presença de inimigos eu percebo, pra mim um desconhecido é como se fosse um amigo de uma vida toda, pois converso como se fosse um grande irmão ou uma grande irmã! Minhas transparência me atrapalha... mas gosto de ser assim, porque assim sei que sou eu mesmo, falando merda ou coisas inteligentes! Minha avó uma vez disse que sou muito ingênuo pois eu confio demais nas pessoas, ela pode ter razão...talvez porque eu não veja mal nenhum em acreditar nas pessoas, simplesmente confio...ainda vou repensar esse meu conceito, deixa quieto ele pensamento ainda não forte o suficiente pra mim dizer que estou certo...no final talvez nem esteja ={
É meu caro amigo Mike valeu pelas dicas, escrever é muito bom, me faz bem, enquanto escrevo eu vejo o quanto tenho a dizer o quanto eu não entendo nada kkkk mas faz parte kkk, depois que li seu texto do brinde percebi o quanto é interessante analisar nossos momentos importantes, e agradecer a cada um deles mesmo que nem sejam importantes, se na vida eu apanho...outras vezes eu bato! hora, também sou decidido kkk! Agradecer ao meu melhor amigo Thiago por existir na minha vida, graças a ele tenho ótimas crises de risos, e ele sempre está com um sorriso no rosto que é de dar raiva kkk, ele que atura minhas chatices, meu mau humor, minhas lágrimas que saem em vão... também tenho a "Nyna" minha irmã de alma pois eu amo demais essa menina, pense numa garota com quem me identifico! ela é outra com quem eu tenho crises de risos kkkk nossos momentos crazys...Tem tantos amigos a citar desculpa não falar de todos Mike... mas é porque falar de cada um faria dessa postagem mas um livro meu kkkk e mal terminei de reformar o primeiro , imagine fazer mais um!^^
Mas quero dizer bem vindo ao meu mundo...meu "mundinho" pequeno e simples...mas complexo por natureza, confuso por si só e fácil de entender pelo fato de não ter tantas confusões rsrs.
Tenho que pedir desculpa do meu amigo "Dano" ele está chateado comigo porque estou dando mais atenção pro blog do que pra ele kkkk desculpa meu caro mas eu sou assim mesmo...perdoe minha atitude...mas entenda que é importante pra mim escrever o que está na minha mente, pois faz de mim mas feliz, expor uma pequena parte de muitas coisas que penso. Não há blog que caiba tanto pensamentos. Prometo que recompensarei o tempo...seja meu amigo....paciente...como todos são comigo...pois as vezes nem eu mesmo me suporto...
Dizer a minha amiga Júlia e Silvana que nós os "Nokianos" somos demais! Esforçados e com muita vontade de vencer na vida! nós vamos conseguir e lá na frente vamos rir de nossas preocupações passadas! tudo entregue as mãos de Deus!
Acho que por hoje é só rsrsr se não, fico o dia todo aqui escrevendo e esqueço de viver rsrsrs! A você que está lendo e que não me conhece, seja bem vindo! Seja meu amigo(a) e vamos rir da vida porque ela é seria kkkk! estou indo em breve escrevendo de novo,abraços e um grande sorriso a vocês!SHALOMMMM homenagem ao meu amigo Zack Randall!fui! ^^

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Coisas que eu Sei...














Eu quero ficar perto de tudo o que acho certo até o dia em que eu mudar de opinião.
A minha experiência, meu pacto com a ciência.
Meu conhecimento é minha distração

Coisas que eu sei...eu adivinho sem ninguém ter me contado.
Coisas que eu sei...o meu rádio relógio mostra o tempo errado...Aperte o play!
Eu gosto do meu quarto, do meu desarrumado.
Ninguém sabe mexer na minha confusão.
É o meu ponto de vista ,não aceito turistas.
Meu mundo ta fechado pra visitação.

Coisas que eu sei...o medo mora perto das idéias loucas.
Coisas que eu sei..se eu for eu vou assim não vou trocar de roupa!
É minha Lei!

Eu corto os meus dobrados, acerto os meus pecados.
Ninguém pergunta mais depois que eu já paguei.
Eu vejo o filme em pausas, eu imagino casas...depois eu já nem lembro do que eu desenhei.

Coisas que eu sei...não guardo mais agendas no meu celular
Coisas que eu sei...eu compro aparelhos que eu não sei usar...Eu já comprei!
Ás vezes dá preguiça... na areia movediça quanto mais eu mexo mais afundo em mim.
Eu moro num cenário, do lado imaginário;Eu entro e saio sempre quando eu tô afim

Coisas que eu sei...as noites ficam claras no raiar do dia
Coisas que eu sei...são coisas que antes eu somente não sabia...
Agora eu sei!


segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Primeiro capítulo do meu livro confiram!

Ciclo do Anjo


Prólogo
Nunca senti falta de meu pai, na verdade a existência dele é inexistente. Minha mãe só falou dele uma vez e nesse dia disse que era um bom homem e que nunca teve motivos para se queixar dele, às vezes me pergunto, já que ele era tão bom assim porque ela não está com ele até hoje? Sempre disse a mim mesmo que jamais precisaria dele na minha vida, só não esperava que meus pensamentos sobre ele pudessem tomar outro rumo a ponto de mudar meu destino.
  1. A PARTIDA
Minha viagem a Grécia terminara e em fim estava voltando a minha casa, minha mãe não parava de mandar e-mails dizendo que estava entusiasmada pra ver-me. A viagem a casa de meus avós maternos foi muito cansativo. A despedida parecia um velório e esforcei-me muito para não expressar tristeza com a partida. No avião, pensei se a minha vida continuaria a mesma assim que chegasse, também penso nas loucuras de Raquel... Afinal toda vez que viajo em férias, ela modifica algo em casa e sempre ampliando o lar, comprando móveis novos e bizarros. Acredito que, para ela isso funciona como uma espécie de passatempo.
Não resisti e acabei entregando-me ao sono, dormindo durante todo o voo e ao chegarmos fui acordado pela aeromoça, com uma voz aveludada e bem tranquila, rapidamente levantei-me de minha poltrona e fui em direção a saída do avião. Ao ver minha mãe, Raquel, surpreendeu-me, pois ela estava mais jovem e bonita do que antes, estranhei a mudança e não hesitei em perguntar.
- Mãe, é impressão minha ou a senhora está mais jovem? - Perguntei desconfiado e sorrindo para ela demonstrando grande entusiasmo.
- Você acha mesmo meu filho? - Ela me respondeu com uma pergunta estranhamente envergonhada. Pensei nos motivos as quais a fariam mudar tanto e... Sinceramente tenho um forte palpite que não foi por mim, afinal de contas ela nunca mudou tanto nesses anos. Estava tão curioso em saber o motivo de tudo isso e fui mais específico na minha pergunta seguinte, após responder a pergunta que ela me fizera.
- Sim mãe, você está mais bonita do que de antes. Posso saber o motivo de toda essa mudança? - Ela ficou calada e séria ao ouvir minha pergunta, então virou para mim, deu um sorriso torto e tímido ao mesmo tempo, e abraçou-me, em seguida me passou a impressão que ela iria chorar ali na minha frente, mas não o fez.
- Filho, eu senti tanto a sua falta que pensei que ia te perder e que nunca iria te ver novamente. - Não estava entendendo o que estava acontecendo, porém preferi deixar as perguntas para mais tarde, pois nesse momento só conseguia pensar em descansar, bem mais do que já havia dormido no avião.
- Mãe eu também te amo! Agora vamos para casa, pois tenho muitas coisas a contar.
Peguei minhas malas, guardei no carro e fui para casa, no caminho estranhei o comportamento dela, afinal estava muito quieta e isso não era algo normal, parecia que queria contar algo, mas não tinha coragem, acabei percebendo isso porque ela não parava de mexer os dedos inquietos em seus joelhos, por um tempo achei que fosse excesso de preocupação com relação a mim, mas esse pensamento foi passageiro, pois eu tentava puxar assunto e ela não correspondia as minhas tentativas frustradas de tenta fazê-la conversar comigo e isso me preocupava, mesmo assim continuei a guardar as perguntas para uma hora mais conveniente. Em fim, chegamos a casa, – Nesse momento lembrei-me de que o aniversário dela estava chegando e recordei que esquecera o presente que havia prometido trazer – seu silêncio me preocupava. Então tentei quebrar esse clima com uma conversa que não expressasse minha preocupação.
- Então... Como se sente sabendo que seu aniversário está chegando? – Na verdade eu não sabia bem o que conversar, o que mais queria era saber o motivo de uma mudança de humor tão repentina.
- Bem eu... Você sabe... Estou feliz por está de volta e que também ficará comigo nesse dia, não consigo pensar em situação melhor. – Senti um leve tom de tristeza em sua entonação, mas não conclui nada, ignorei esse pensamento. – A-Agnos... – gaguejou ela ao chamar meu nome. – Você poderia fazer um favor para mim?
- Sim, o que deseja que eu faça? – perguntei-me o que ela queria, no momento meu corpo desejava uma bela cama para descansar e nesse instante ela me chamava, torci para que não fosse nada demais, a preguiça tomou conta de minha carne.
- Quando seu irmão chegar diga a ele que vá à casa dos Strong Holds pegar minha cesta de frutas que encomendei da senhora Amy. – Ufa! Era somente um recado, ainda bem que não me pediu para sair de casa, se isso acontecesse acho que dormiria na rua mesmo de tão exausto que me sentia naquele momento.
- Está certo mãe, pode ficar tranquila. – Respondi aliviado.
Mais tarde meu irmão David chegava da casa de seu amigo, quando me viu ficou surpreso e feliz. Meu irmão estava diferente, pressentia que tudo a minha volta estava realmente mudado, mesmo assim continuava a ignorar meus pensamentos secos e sem fundamentos. Ficamos tão empolgados ao nos revermos que esqueci o recado que deveria passar a ele. Enquanto me deitava na minha velha e querida cama, David contava-me sobre sua nova namorada – Nem liguei muito – E naquele instante sentia-me a flutuar em meu leito amado e acabei vencido pelo cansaço, nem mais ouvia o que ele dizia, acabei dormindo profundamente.
No dia seguinte acordei super disposto e contente, sentia-me leve, como se tivesse tirado um peso das costas. Tomei banho e vesti-me com uma camisa branca e uma bermuda abaixo do joelho. A casa estava silenciosa, tranquila demais e chamei por todos e ninguém respondia aos meus chamados, por um segundo senti um calafrio tenebroso e misterioso, continuei andando observando tudo a minha volta, desconfiado de algo que nem se quer imaginava ser. Acabei encontrando um bilhete no criado mudo que estava na sala e comecei a ler.
“Agnos meu irmão, o que houve com você? Bati tanto em sua porta para acordá-lo e nem me respondeu. É a nossa mãe ela passou mal e acabei chamando um vizinho para levá-la ao hospital, mais tarde ligo para te dizer onde estamos, por favor, mantenha calma!”
Ao ler o tal bilhete cuja descrição fez-me sentir culpado e irresponsável, me perguntei várias vezes porque não acordei quando me chamaram e o que aconteceu com nossa mãe. Depois de um tempo David me ligou e informou-me onde estavam. Não pensei duas vezes e fui quase que instantaneamente ao hospital vê-la. Quando cheguei meu irmão me esperava na porta, seus olhos estavam avermelhados e úmidos, e assim que me avistou sua face transparecia um temor – Me pergunto o que há de errado – Ele começou a me explicar o que estava acontecendo, a única coisa que ele sabia de real importância era que nossa mãe estava com um problema sério, porém não tínhamos ideia da profundeza disso. David me guiou até nosso vizinho, conversei com ele, nesse momento me dizia que é de crucial importância conversar comigo a sós, falei para meu irmão esperar no banco enquanto ele me esclarecia os fatos.
Nem começamos nossa conversa e um médico surgiu perguntando sobre algum familiar presente que represente a “senhora” Raquel. Naquele instante tremulei por dentro temendo uma notícia pior, criei forças e me declarei filho da paciente para o médico. Ele começou a dizer que a situação era bastante grave, que desconhecia o que ela tinha - Resmungou ele em um tom de voz claramente chateado – Nesse instante não sabia ao certo que sensação estava sentindo, a melhor palavra que encontrei foi paralisia emocional.
Não consegui dormir nessa noite, também não conseguia sair de perto dela na tentativa de que ela acordasse e tudo aquilo acabasse. Amanheceu e nada, ela continuava imóvel, e pálida. Nesse momento comecei a lembrar-me sobre o estranho comportamento dela e sobre suas mudanças, mas nada do que eu imaginava fazia sentido em minha cabeça. Realmente a vontade de tentar adivinhar o que ela tinha a me dizer tomava conta dos meus pensamentos, meu medo era de que jamais tivesse outra oportunidade de saber sobre tudo isso. Resolvi então ligar para David, ele tinha dormido na casa do vizinho a pedido meu, assim ele poderia vir mais rápido se eu o chamasse, já que o dono da casa possuía um carro.
- Alô? Sr. Strong Hold. – Falei com um tom bem abatido.
- Sim. – Ele reconheceu minha voz – É você Agnos – Não foi uma pergunta.
- Desculpa Agnos, percebi sua conversa no telefone e de cara já sabia que se tratava de David, então eu... Resolvi chamá-lo. – Ela parecia nervosa – Mais cedo fui ver uma amiga minha que mora perto daqui, na volta acabei vendo o carro da minha mãe, quando cheguei perto David estava saindo do carro, então fiquei curiosa e esperei ele se aproximar, foi quando me contou que você tinha voltado de viagem e que logo depois sua mãe passou mal, ele me convidou a entrar então antes que ele entrasse pedi que fizesse um favor pra mim. – De repente não estava mais furioso com ele, porém estava ficando comigo mesmo, por não ter perguntado a ela sobre isso quando me contou que tinha falado com David – Pedi a ele que fosse numa livraria comprar um livro, só não contava que fosse demorar tanto, ai você atendeu a um telefonema, e em seguida fui apressá-lo antes que começasse a chover, desculpa se não falei nada antes e por sair sem te avisar.
- Tudo bem, é compreensível, só que da próxima vez não deixe de ocultar certas informações.
- Prometo – Ela segurou minha mão e me deu beijo no rosto, interpretei que essa atitude foi para compensar as minhas preocupações. Quando olhei para David ele estava dando um sorriso malicioso, como se aquilo significasse algo a mais, então olhei para ele de forma seria, não sei por que mais reforçou seu pensamento, não foi difícil saber, pois ele fez um coração usando os dedos, isso sim me irritou, Muriel percebeu e começou a rir.
- Seu bobo! – Disse ela para meu irmão, sacudindo a cabeça.
Saímos do quarto onde descansava minha mãe. Ficamos perto do balcão da recepção e conversamos durante bastante tempo, e David não parava de tirar brincadeiras sobre eu e ela, até que se cansou e retornou para o quarto, assim que ele saiu começou a chover.
Estava anoitecendo, a chuva estava mais forte, Muriel estava preocupada, ela queria voltar para casa só que essa chuva não colaborava. Ela tentava ligar para sua mãe, mas o sinal não estava forte o suficiente para conseguir comunicar-se com seus pais.
- Quer que eu pague um taxi para você? – Sugeri a ela.
- Não, obrigada. Vou esperar mais um pouco, pode ser que passe a chuva e talvez eu consiga ligar para minha mãe. – Respondeu bastante otimista.
Olhei minha carteira, suspirei e agradeci que ela não tivesse aceitado a minha proposta, com o dinheiro que tinha não dava para nada, somente para ela olhar a placa do carro, da próxima vez vou verificar antes de fazer uma sugestão que envolva meu dinheiro.
A chuva passou, e ela ia para casa, David a acompanhava, novamente pedi a ele que não dormisse em casa, e que fosse para casa do senhor Minus, pai de Muriel, seria bom, pois assim ele estaria mais seguro do que dormindo sem ninguém em casa e ele teria o que comer também. Ele concordou e foi.
Três dias se passaram, era o aniversário dela e nada mudava. Comprei seu presente, um belo vidro de perfume, baseando-me no seu gosto para presentes. Os médicos estavam tentando ser otimistas ao falarem comigo e eu mais ainda. Não quero aceitar a pior das hipóteses. Ela estava tão bem quando cheguei. Aceitar seu estado de saúde não era meu objetivo, assistir minha mãe morrer nesse estado não era uma opção. Novamente recordei-me sobre seu silêncio antes de tudo isso acontecer, e novamente a vontade de saber sobre o que ela queria dizer-me tomou conta de mim. Senti minhas mãos gelarem, e minhas pernas tremerem, um frio tomou conta do meu corpo, estranhei tamanha intensidade de ar gélido em volta. Chamei uma enfermeira e pedi que aumentasse a temperatura do ar condicionado, pois estava exagerada a temperatura. Ela olhou e disse não ter nada de errado com a temperatura e que estava no padrão. Estranhei os fatos e resolvi sair do quarto. David me ligou e disse que não poderia ir visitar nossa mãe hoje, pois havia um compromisso importante que marcou com sua namorada. Não discordei dele. Muriel surgiu no corredor junto com sua mãe, Amy Strong Hold, nunca esqueci seu rosto era bela como a filha, seria um pouco de exagero falar, mas as duas tinham uma beleza quase que divina. Recompôs-me imediatamente, acenando para elas. Amy aproximou-se de mim de uma forma tão delicada que parecia uma celebridade – De fato ela era uma celebridade – Pois chamou atenção de todos em sua volta.
- Mãe, você chama atenção demais – Cochichou Muriel.
- Filha você quer o que? Que ande feia e mal produzida por ai? – Ela realmente divertia-se com a situação. E sinceramente, mesmo que andasse feia e mal produzida, ainda estaria linda, digo o mesmo de Muriel.
- Não concorda Manangel? – Perguntou ela citando meu sobrenome.
- S-Sim, senhora Amy. – Fiquei nervoso do nada, que patético.
- Você o deixou sem graça mãe! – Reclamou Muriel.
- Tudo bem querida, ele só estava sendo educado. – Na verdade fui hipnotizado por elas – Meu filho... Sua mãe está bem – Meu raciocínio estava lento e não sabia se era uma pergunta ou uma afirmação.
- Está? – Perguntei pateticamente – Ah... Está sim – Meu comportamento era indiscutível, perguntei-me se estava alucinado.
- Já vi que você não está descansando, afinal não está prestando atenção na minha pergunta. – Ela estava certa, fazia tempo que não dormia bem – Deixe-me ser breve, trouxe isso para sua mãe – Era uma caixa de bombons – Eu mesma preparei, já que hoje é o aniversário dela.
- Obrigado.
Em seguida ela despediu-se de mim e de sua filha, e por incrível que pareça uma enfermeira tirou foto com ela no final do corredor, isso sim foi estranho. Muriel estava ali, olhando para mim, contemplando minha face de espanto com um sorriso delicado. Passamos um tempo na praça jogando conversa fora, felizmente não fez tempo nesse dia, seria um desastre acabar com o sol radiante que fazia. Depois do passeio, voltamos ao hospital. Simplesmente, me senti cansado e feliz por esse dia com Muriel. Ficamos conversando mais um pouco, caminhamos até uma pequena sala que ficava a dois quarto de Raquel, sentei numa poltrona e relaxei. Uma bela canção dominava minha mente, calma, envolvente, o me fazia desejar o sono – Fazia um tempo que não encarava a vontade de dormir, por conta das minhas angústias – mais que qualquer coisa, enquanto fechava meus olhos, Muriel fitava-me plenamente. Adormeci.
No dia seguinte, acordei sentado ao lado da cama onde estava minha mãe e a coisa mais estranha era que não me lembro de ter dormido ao lado dela. Recebi a minha primeira ligação do dia – David – “visitar um amigo nosso” falei surpreso. Pensei um pouco sobre o assunto e acabei indo.
Estávamos indo à casa de Ruperth, um grande amigo meu e do meu irmão, seria bom revê-lo. – Apesar de sentir algo estranho dentro de mim quase que uma repulsa dentro de meu peito... – As semanas passavam devagar demais e minha agonia aumentava, Pois Raquel não melhorava em nada e realmente seria bom distrair minha mente. Seria mesmo?
Muriel não veio nesse dia, não ligou, nem deixou recado. Era estranho, pois já sentia sua falta constantemente, era meu porto seguro e quando estou ao lado dela meus problemas ficam amenizados, sinto-me melhor.
David estava empolgado com nosso dia, Ruperth era uma boa distração – Apesar da situação com relação a nossa mãe – muito boa para ele. Depois quando menos esperávamos David recebeu uma ligação.
Sua conversa não era nada traduzível. “Tudo bem...” dizia ele enquanto se distanciava da nossa presença, parecia que ele não queria que ouvíssemos sua conversa aparentemente particular. “Tudo certo... pode sim... vou esperar.” falando a cada dois segundos com frases inacabadas.
- Quem era? – perguntou Ruperth, na sua curiosidade de sempre – Namorada?
- Bem... Sim. Importa-se ela vier aqui? – Bem que ele deveria ter pedido na hora – Ela disse que precisa falar comigo.
Ruperth sacudiu a cabeça com alegria, dando plena autorização a vinda dela, era óbvio que ele queria conhecê-la, curiosidade como sempre.
Resolvi que já passara tempo demais na companhia dele e que deveria voltar para ver minha mãe. Queria muita ficar com eles e rir das bagunças, mas não poderia fingir que esse desejo fosse maior que a necessidade de ficar ao lado da pessoa que me deu a luz, minha mãe, e carinho constante.
Despedi-me deles e ao sair da casa dei de cara com a namorada de David cujo nome não me recordava naquele instante. A expressão dela a me ver foi muito, mas muito estranha, como se eu tivesse feito algo para ela de forma que a fizesse me olhar furiosamente. Deixei isso de lado talvez fosse alguma coisa de ruim que tivesse ocorrendo na sua vida. Ao entrar no carro coloquei minha cabeça sobre o volante fiquei olhando a rua em seguida como se eu esperasse um trem passar e batesse no meu carro, terminando a dor que eu sentia por dentro. Como Muriel faz falta quando sinto dor. Tenho sorte ao ter uma amiga como ela, talvez fosse um presente dos céus para consolar minha vida. Às vezes pensava que Raquel fosse somente minha mãe, como se nada fosse acontecer com ela, inatingível, uma guerreira indestrutível. Só de lembrar que ela estava num hospital deitada numa cama, sem se mexer, sem abrir se quer os olhos, me fazia sentir aflição. Sai dos meus pensamentos tristes, liguei o carro, percebi que estava quase chorando e também sabia que chorar não era uma ação a fazer. O transito era lento, e o estresse não me tomara conta nesse instante, senti um ar frio vindo de fora olhei para o céu vi que ia chover fortemente como da última vez. Finalmente estava próximo do hospital, e resolvi parar para comer alguma coisa e de preferencial uma besteira para variar. Olhei o relógio ia dar seis e meia da tarde. O tempo ficava cada vez mais úmido e com bastante vento. A meia hora do hospital, a chuva desabou de uma forma bruta, os sons das gotas fortes soavam no teto e o vidro ficou embaçado rapidamente, resolvi parar em frente a uma pequena loja de livros e esperar passar um pouco, quando ouvi alguém bater na porta rapidamente gritando meu nome, “Agnos, Agnos, abra a porta, por favor,” aquela voz era familiar, reconheci mesmo com o forte barulho da chuva a voz frágil de Muriel.
Ela estava ensopada, segurando uma sacola de plástico envolvendo alguns livros e deduzi que ela saiu da loja em que parei em frente e parecia bastante assustada com alguma coisa. A chuva passara um pouco, e Muriel estava calada e não me olhava nos olhos como antes, parecia triste e se não fosse pela chuva que tinha molhado seu rosto pensaria que ela estava chorando. Decidi deixar que ela falasse, mas nada saiu de seus lábios, liguei o carro ainda olhando seu rosto, porém sua expressão não mudava. Continuei dirigindo sem pressa e novamente a chuva voltava a engrossar e novamente me senti obrigado a estacionar, pois a visão era quase nula.
- Continue dirigindo, por favor – disse ela numa voz calma quebrando o silêncio sufocante.
Olhei incrédulo para seu rosto, era impossível enxergar algo. Ela novamente repetiu a frase só que dessa vez olhando nos meus olhos e isso sim me fez ligar o motor e continuar dirigindo no vazio da minha visão. Meus dedos tremiam de tanto frio e aos poucos minha visão adaptava-se a chuva forte e quando menos esperei estava bem em frente ao hospital. Muriel olhou para meu rosto deu um sorriso levemente forçado pedindo desculpa pelo estranho comportamento. Segurei a mão dela sugerindo que entrássemos logo, pois o frio era como leves agulhas perfurando a pele. Quando entrei pedi um cobertor a uma enfermeira, para que Muriel usasse devido a seu corpo totalmente molhado, em seguida coloquei meus braços sobre ela dando um abraço em seu corpo de lado. Apesar de tudo ela continuava firme e forte resistindo ao frio.
David me ligava nesse exato momento, falando que Ruperth o trazia ao hospital junto com sua namorada e que ia demorar uns quarenta e cinco minutos para chegaram devido à forte chuva. Ao desligar o telefone, percebi que Muriel estava conversando ao telefone que ficava na parede da recepção e pela conversa era com sua mãe com quem conversava.
Um dos médicos que cuidava de minha mãe passava pelo corredor e ao ver-me, parou imediatamente, perplexo e seus olhos de preocupação. Senti meu coração apertar, sentia que ele tinha algo a me dizer, pensei comigo mesmo: “não acredito, novamente o caso dela piorou? Será que isso nunca acaba?”. Antes que ele me disse algo vi que o pai de Muriel, Minus segurava o ombro do médico com uma das mãos pedindo com um olhar que nos deixasse sozinho. O médico saiu sem ao menos dizer uma palavra e ainda olhando para mim aflito.
- Agnos... Precisamos conversar.
Interrompi antes que ele começasse.
- Desculpe Sr. Minus, mas o que faz aqui?
Ele ficou olhando para mim, pensando um pouco em suas palavras e em seguida sentou-se e pediu que eu fizesse o mesmo. Nesse momento Muriel chega bem perto e ao ver seu pai ela recua e volta para recepção, era óbvio que ele não queria que ela chegasse perto de ouvir nossa conversa.
- Filho, desculpe por isso. Recebi uma ligação do trabalho, mas no caminho começou a chover e por coincidência parei perto daqui, então resolvi ver sua mãe, só que... – Não gostei mesmo do tom de sua voz.
Continuou ele:
- Ao chegar aqui recebi uma notícia ruim... – Novamente, sua pausa agonizante para pensar nas palavras – E decidi com os médicos que prefiro conversar com você a eles.
- O que isso significa? – Perguntei, na certeza de que ele ia dizer que o estado de saúde dela piorava.
- Bem...
O interrompi novamente.
- Se vai dizer que ela piorou, então não diga por que eu já tinha deduzido pelo olhar do médico e prefiro não ouvir isso, por favor, entenda, não quero parecer grosseiro com o senhor.
Ele continuou olhando fortemente nos meus olhos como Muriel fazia e seus lábios já não faziam média para pronunciar as palavras.
- Agnos, sua mãe faleceu. E desculpa dizer assim, sei que você não queria ouvir coisas ruins hoje, só que uma hora ou outra você teria que saber, perdoe-me se foi por minha boca, mas achei que eu seria a melhor pessoa para preparar você a ouvir a notícia.
Por um momento, minha respiração, minha alma, tudo parou, sinceramente senti isso dentro de mim, fiquei de lado respirei fundo para que aquilo não tomasse conta de mim. Olhei Muriel de longe ela percebeu meu choque e automaticamente veio em minha direção e sentou-se ao meu lado, enquanto o pai dela levantava-se dizendo que a companhia dela seria a mais viável naquele momento. Simplesmente meu chão desabou tudo parou, não ouvia mais nada além das batidas do meu coração, a única coisa que sentia, além disso, era o abraço confortante de Muriel em volta de mim, senti minhas lagrimas, cuja eu repreendi de tarde, caírem de uma só vez, preferiria que ela tivesse piorado, em vez de morrer, ao menos assim ainda estaria viva e teria chance de sobreviver, talvez... A única coisa que sentia era desespero por dentro, uma vontade de gritar, mas a presença de Muriel segurou todas as minhas reações descontroladas dentro de mim. Fiquei paralisado durante todo esse tempo sem ao menos fechar os olhos, quando David, Ruperth entravam no hospital. Levantei minha cabeça, o olhei desesperadamente e vi que o Sr. Minus já estava conversando com ele, eu não tive forças para me levantar e percebi quando David saiu perplexo junto com Ruperth. Ele já sabia... Meu irmão não ia resistir a isso, justo agora que ele passou a acreditar que ela ia melhorar que tudo ia acabar que esse pesadelo ia ter um fim. Finalmente ele sorriu hoje e o destino rouba a única esperança que ele construiu dentro de si, é totalmente injusto conosco, isso não vale.
Finalmente tive forças para sair dos braços de Muriel, levantei-me tonto, andando devagar e olhando as coisas em volta como se tudo que eu observava fosse inútil agora até o tempo não fazia sentido nesse instante continuei andando em direção a porta da frente do hospital querendo abraçar David, querendo ser o porto seguro dele naquele momento. Ele estava sentando ao lado de Ruperth e eu não via sua namorada por perto, talvez fosse melhor assim. Sentei ao lado dele, levantei o rosto dele que estava curvado para baixo. Muriel saiu e sentou ao meu lado na escada que estava coberta e enxuta, e a chuva parecia agora chorar junto comigo e com meu irmão. Ruperth levantou-se, despediu-se e foi embora. Minus chamou Muriel abriu um guarda-chuva grande e a levou para casa. Depois de certo tempo levei meu irmão para o carro, ele não dizia nada, nós voltamos para nossa casa sem sentido algum, sem alegria alguma, sem vida. Ele foi para o seu quarto e eu voltei para a sala para refletir, relaxar, chorar, ser humano. Então eu tive certeza que esses seriam os primeiros dias de nossas vidas em que teremos que aprender a viver sem alguém para nos proteger. Agora que devo protegê-lo daqui pra frente, só queria saber se saberei ser forte o suficiente para isso.




domingo, 15 de novembro de 2009

Tombos da Madonna


Esse Vídeo foi dedicado com muito carinho a cantora madonna, devido as suas quedas nos shows. Momentos de muita risada!vejam!